sexta-feira, 22 de maio de 2009

A FONTE PARA O SUCESSO

É fato que vivemos dias confusos, e uma significativa parcela do evangelicalismo moderno está vivenciando uma crise doutrinaria e teológica. Num cenário em que tantas opiniões pessoais querem ter a primazia, é preciso reporta-se às Escrituras que sempre tem a palavra final em qualquer questão.

Um dos pressupostos da Hermenêutica Reformada é a crença na inspiração e autoridade das Escrituras. Paulo afirma que toda a Escritura é inspirada por Deus (II Timóteo 3:16,17). Toda a Escritura, portanto, é o sopro de Deus; é a própria vida e Palavra de Deus. Isto significa dizer que as Escrituras por serem divinamente inspiradas, não contém erros; sendo absolutamente inerrantes, verídicas em todas as suas afirmativas e, portanto, autoritativas quanto a todos os assuntos sobre os quais faz seguras afirmações. Esta verdade permanece inabalável em tudo o que ela diz sobre a salvação, valores éticos e da moral, bem como tudo aquilo que acontece na história e no mundo (Cf. II Pedro 1:20,21; note também a atitude do salmista para com as Escrituras no Salmo 119).

O sucesso de uma vida abençoada está em primar pela relevância e indispensabilidade da Palavra de Deus. Em dias confusos como os nossos, temos que nos volta para as escrituras e resgatar nossa confiança no seu ensino, a única que mediante o seu poder é capaz de transformar as vidas que não mais tem os valores éticos e morais como primordiais e necessários a uma vida com qualidade e agradável a Deus.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

NÃO CHORES!

E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade (Lc 7:11-17).

O marido desta mulher morrera primeiro e, agora, o seu filho único. Com essa mulher ia uma grande multidão, porem depois do enterro todos iam para suas casas e ela estaria só. Que situação! Jesus olhando viu a tristeza que se alojava dentro do seu coração e moveu-se de íntima compaixão por ela e disse-lhe: Não chores.

Quem sabe alguém da multidão que estava acompanhando a viúva, ou até mesmo dos que vieram com o mestre, pôde ter pensado que Jesus era um louco! Não dava para entender o porquê que Ele disse essas palavras, pois aquela pobre mulher tinha motivos de sobra para chorar, o seu único filho estava morto.

A lei natural estava sendo alterada, pois a lei normal é os filhos interarem os pais, mas o que nós vemos nessa passagem é totalmente o contrário.

Segundo a cultura judaica, filho é continuação da história de uma família e também bênção. Para aquela mulher a sua história estava acabada, morta não existia perspectiva de um futuro feliz.

Quando Jesus disse: não chore, Ele sabia o que estava fazendo. O problema é que nós só contemplamos o que está ao nosso alcance (aqui e agora) e aquela mulher estava vendo a dificuldade que seria viver sem marido e sem o seu filho. Mas Jesus já estava vendo o milagre, por isso foi preciso em suas palavras.

As palavras de Jesus não são vazias e lançadas ao ar, pois a Palavra dEle não volta vazia, mas tem uma missão especifica e para que todos entendessem o porque do “não chores” Jesus colocou a mão sobre o esquife e mudou o futuro daquela mulher.

Aonde Cristo coloca as mãos tem milagres. Você lembra: dos 5 pães e dois peixinhos, da orelha de Malco, da filha de Jairo, da sogra de Pedro, do cego do tanque de Siloé. Você lembra? As mãos do Senhor não estão encolhidas, para que não possa salvar.

A tua história ainda não acabou e a tua bênção não está num caixão morta, mas acredite a tua bênção está viva!