terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR!

"Então tomou Samuel uma pedra, e a pôs entre Mizpá e Sem, e chamou-lhe Ebenézer; e disse: Até aqui nos ajudou o SENHOR." 1 Samuel 7:12.

O que você acha que te ajudou até aqui? Isso mesmo, desde que você nasceu até este exato momento que você está lendo esta mensagem? Você pode estar enumerando várias respostas: estudo, inteligência, sorte, enfim, muitas e muitas respostas. Mas, verdadeiramente só há uma: o Senhor! Ele mesmo nos diz que nos conhece antes de sermos formados no ventre da nossa mãe; que tem nossos fios de cabelos contados; que tem o nosso nome gravado nas palmas das Suas Mãos; que conhece as palavras da nossa boca antes de seres pronunciadas; que sabe o que necessitamos, portanto, creia que não importa o momento que você está vivendo, que tristeza está tomando conta do teu coração, que tribulação está querendo te impedir de caminhar, que mar Vermelho se levantou na tua frente, que fornalha quente te jogaram, que cova você acabou de cair, não importa. O Importa verdadeiramente é que Aquele que criou você com perfeição, é Poderoso para te livrar dentro da fornalha, no fundo da cova dos leões, abrir o Mar, liberar os caminhos e arrancar toda tristeza do teu coração, pois só ELE é quem pode te ajudar em todos os momentos, dando livramentos e criando o que for preciso para te proteger, socorrer e abençoar. Acredite na bondade e provisão divina e poderá dizer em alta voz: "Até aqui me ajudou o Senhor", ALELUIA!

Uma oração de agradecimento. Senhor meu Deus, obrigada por cuidar de nós a cada minuto da nossa vida, por estar conosco em toda e qualquer situação, por Sua fidelidade em todo tempo, e como é bom meu Deus poder falar: até aqui me ajudou o Senhor! em nome de Jesus, eu te agradeço, Amém.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

BENÇÃO DA MULTIPLICAÇÃO

"A bênção" se queremos recebê-la precisamos entender que ela está conosco. Deixe-me explicar:

Quando lemos em II Rs. 4 a história da viúva, que depois da morte do seu esposo, os credores vieram a sua porta para cobrar a dívida deixada por ele, vemos o quadro da humanidade hoje, muitos estão com os mesmos problemas daquela mulher; afligidos pela perda de alguém que amava, apreensiva pela notícia que seu esposo tinha deixado dívidas, assustada pela possibilidade de perder até mesmo os seus filhos (II Rs.4:1), enfim; ela estava perturbada e angustiada com tudo que girava a sua volta. Ela estava emocionalmente abalada, sua família a ponto de ser separada, talvez não tinha coragem de encarar os seus vizinhos pela situação constrangedora e, ainda, uma tremenda situação financeira iminente; aquela mulher precisava ser alcançada pela benção da multiplicação.

Quando ela procura o homem de Deus (II Rs.4:1,2), para pedir-lhe ajuda, ela pensava em receber uma solução para o seu problema da forma convencional, ou seja, ele clamar a Deus e Deus atender; mas qual foi a sua surpresa? O profeta Elizeu pergunta a viúva: “O que é que tu tens em casa?”, parece uma incoerência, mas Deus, através de seu ungido, estava ensinando aquela mulher que a Benção estava na sua casa e não com ele. Ela precisava somente apresentar a Deus aquilo que ela tinha em sua casa, que era uma botija de azeite, e a benção da multiplicação começaria acontecer.

Da mesma forma eu te pergunto: “O que é que tu tens?”, será que ainda resta um pouco de fé em você, ou até mesmo uma gota de esperança, então é tudo que você precisa para começar a disfrutar desta Benção da Multiplicação. Deus nunca poderá multiplicar o “nada”, mas é só você apresentar a ele uns poucos peixes e pães e uma multidão poderá ser alimentada, pois foi alcançada pela BENÇÃO DA MULTIPLICAÇÃO.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

CONTEXTUALIZAÇÃO DO SALMO 126

O estudo, ora apresentado é sobre o Salmo 126 registrado na galeria dos salmos dos degraus. Este salmo é um louvor a Deus pela restauração e retirada do cativeiro, pois é um salmo pós-exílio. O povo estava experimentando a tão sonhada libertação, depois do cativeiro na Babilônia.

Contextualização
O Salmo 126 é um salmo pós-exílio, ele foi escrito após o cativeiro babilônico. Esse Salmo, que está contido nos cânticos cantados durante a peregrinação a Jerusalém (das subidas, dos degraus, de ascensão, entre outros subtítulos que aparecem na seção dos salmos 120-134), traz em si a síntese do passado e do futuro. Ele fazia parte da história do povo de Deus, a temática e a importância desse salmo na história do povo de Deus é que toda a síntese desse salmo vem refletir o sofrimento, as dores, as decepções, as provações que o povo de Deus na sua história de vida vivenciou, mas esse salmo também retrata o triunfo, a conquista, o cumprimento das promessas de Deus, a fidelidade para com o seu povo.
“Grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres”. Nosso louvor e nossa alegria são motivados pelas grandes obras de Deus realizadas em nosso favor. Israel, o povo de Deus, confessou com alegria estas palavras. Pois o Senhor, por seu poder e misericórdia, fez grandes coisas por eles. Toda a história de Israel no AT mostra-nos os grandes atos de salvação realizados por Deus em favor do seu povo (êxodo, deserto, Canaã). Deus sempre foi fiel e bondoso para Israel. Mas Israel, por muitas vezes, respondeu ao Senhor com ingratidão e rebeldia. E o Senhor sendo justo, castigou o seu povo várias vezes por suas transgressões. Um dos castigos que Deus deu ao seu povo foi o cativeiro sob um povo estranho (Dt. 28.49,64). Dois principais cativeiros ocorreram na vida do povo de Deus por causa dos seus pecados: cativeiro assírio (722 a.C.) e babilônico (586 a.C.).
O Senhor castigava o seu povo a fim de levá-lo ao arrependimento e restaurar a comunhão com ele. No castigo, o Senhor lembrava-se da sua misericórdia. Ele agiu em favor do seu povo restaurando-lhe a sorte: derrotou os babilônios e libertou o seu povo do cativeiro (539 a.C.). Um homem chamado Ciro foi o instrumento usado por Deus para libertar o seu povo (Is. 44.28; 45.1-7). O povo de Deus voltou para Jerusalém e restaurou a cidade e o templo do Senhor que antes foram destruídos por causa do cativeiro.
O Salmo 126 se encaixa dentro desse contexto histórico. Os salmos expressam as emoções dos salmistas em relação a Deus e estão ligados a uma situação histórica. Quando o salmista confessa que o Senhor restaurou a sorte do seu povo ele está se referindo à libertação do povo do cativeiro babilônico e o seu retorno à Jerusalém. Não foi somente um retorno físico, mas um retorno espiritual (Deus presente no meio do seu povo a fim de ser adorado no templo em Jerusalém que representava presença de Deus). Esse salmo era cantado pelo povo quando subia o monte Sião a fim de adorar o Senhor no templo.O salmista que escreveu o salmo 126, reconhece com alegria a graça e a fidelidade de Deus para com seu povo (v. 1-3 ).
As nações testemunharam as obras de Deus em favor do seu povo (v. 2 b). O grande amor de Deus para com seu povo era visível a todos bem como a sua ira. No castigo, Israel era zombado e escarnecido pelas nações pagãs inimigas do povo de Deus. Mas o testemunho das nações no salmo 126 é sobre a misericórdia de Deus para com seu povo.
O que ocorre na vida de um povo que é abençoado por Deus? Este povo só pode ser um povo grato e cheio de alegria. Vejam a situação de Judá. Antes, sob o domínio de um povo pagão no cativeiro, não tinham alegria, mas tristeza. Poderiam encontrar alegria na Babilônia? Entoar um hino de louvor ao Senhor numa terra estranha como escravos? Salmo 137:1-4 expressa a tristeza dos exilados.
Nos versículos 5-6 o salmista na regência da vontade divina, banhado pela inspiração do Espírito ele resume toda a história desse povo com uma linguagem totalmente agrícola para expressar as agonias, o sofrimento, mas também a conquista, os frutos que eles colheram. O final do Salmo recupera uma idéia generalizada na antiguidade, de que o processo de semeadura era difícil e, por isso, triste. Semear dá trabalho. Enquanto se semeia, os pés e mãos se ferem, o corpo se cansa, o sol castiga.
Em algumas mitologias antigas, a idéia de morte está presente na semente sepultada sob a terra. Semear é um tempo de dor. Mas a visão dos campos floridos, dos frutos amadurecidos compensa tudo. A lágrima não foi desperdiçada: ela regou a colheita. A restauração tem frutos como resultado. Ela é sempre um processo frutífero, por mais dolorido que seja. Por isso, é possível ver sorrisos onde antes havia lágrimas.É isso que vemos no contexto do salmo 126, um quadro totalmente diferente: a tristeza deu lugar à alegria. Agora poderiam tocar suas harpas e cantar salmos de louvor ao Senhor em Jerusalém, pois o Senhor lhes restaurou a sorte, fez grandes coisas por eles.

Conclusão:
O Salmo 126 nos mostra varias lições e ao mesmo tempo nos convida a redescobrir o sonho e a vivê-lo nas pequenas e grandes restaurações que Deus faz em nossa vida. A restauração tem frutos como resultado. Ela é sempre um processo frutífero, por mais dolorido que seja. É sempre fonte de alegria, de regozijo e de esperança.
Podemos nos lembrar todos os dias das restaurações que Deus tem operado em nossas vidas, assim como o povo poderia se lembrar de inimigos que se levantaram contra eles ao longo dos séculos: egípcios, assírios, filisteus, cananeus em geral, babilônios. Não faltaram oposições nem opressões ou exílios. Entretanto, a todo o tempo, Deus proveu livramento, consolo, milagres, sinais e a possibilidade de recomeçar, reconstruir e renovar a vida e a esperança. Por isso, o sofrimento ou dificuldade presente é sempre uma condição tanto de memória quanto de esperança. Sabemos o que Deus fez e cremos no que ele fará.
Mas infelizmente em nosso mundo hoje, temos perdido a capacidade e a dimensão do sonho. Vemos isso nas coisas mais simples do cotidiano. Observe apenas os jovens à sua volta: como tem sido difícil para eles sonhar! Antigamente, sempre havia facilidade em dizer o que a gente queria ser quando crescesse, pois eu falei isso varias vezes (sonhei). Mesmo que fosse impossível, o sonho existia. Hoje, infelizmente, quando se faz essa pergunta a um jovem pré-universitário, não é raro receber a triste resposta: “Ainda não sei”.

Fonte:
ALMEIDA, João Ferreira. Bíblia do Obreiro. CPAD, 2005.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O MEU DEVER

"De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda obra e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau". (Eclesiates 12.13,14).

Amados, o dever de todo homem não é realizar grandes feitos nem boas ações com intuito de agradar a Deus com suas realizações. Também não é nosso dever agradar a todos com palavras e personalidade carismática. Nosso dever é temer ao Senhor. Com o temor do Senhor em nossa vida, imbuído pelo Espírito Santo, com certeza iremos ter a alegria de Deus em nossas vidas. Temê - lo não significa ser medroso, mas sim amá-lo, respeitá-lo, bem como louvar ao Senhor em todo o tempo, pedindo que verdadeiramente possamos ser imitadores de Seu Filho Jesus, pois todos serão julgados, por cada obra, pensamento, pecado, e até por aquilo que, podendo fazer, não fazemos por preguiça, por medo, ou por ignorância.

SE VOCÊ ENTENDEU ESSA MENSAGEM FAÇA ESSA ORAÇÃO:
"Senhor meu Deus, a cada dia, em nome de Jesus Cristo Seu Amado Filho, purifique minha vida e meu coração, tornando-me mais temente a Ti. Em nome de Jesus, amém.

terça-feira, 9 de junho de 2009

PERSISTÊNCIA....

Nas lutas diárias da vida, lembre-se de que tudo tem um tempo próprio para realizar-se. A árvore mais alta do mundo, um dia foi semente.

O mar gigantesco é formado por pequenos rios que despejam suas águas em um encontro marcado.

A hora do relógio é formada por segundos que se juntam para formar o minuto. A casa mais bela e rica, um dia foi apenas projeto.
Assim, tudo segue um cronograma e na Lei Divina nada segue aos pulos ou com privilégios, tudo é justiça pura.

Sabendo que o mundo é construído por etapas, que tudo está em seu devido lugar e no devido momento certo, não abandone seus sonhos, não desistas de lutar pelo seu crescimento.

Refaça seus planos se preciso for, ajuste-o ao momento atual e se agarre com Deus.

Acredite na sua força, mas acredite também que você nunca está sozinha; em nenhum momento os anjos te abandonaram, talvez você não tenha deixado eles se aproximarem, mas eles sempre estarão perto de você.

Não se assuste com as atitudes das pessoas que te cercam; nem sempre elas estão no seu melhor dia, e todos nós temos o direito de estarmos chateados ou até tristes e sem vontade de falar com ninguém.
Portanto, respeite o indivíduo que existe em cada pessoa; não crie expectativas com a vida dos outros, você acaba se machucando e fazendo com que as pessoas se sintam responsáveis por atitudes que só você esperava, que você nem sequer comunicou a pessoa interessada, apenas desejou em seu íntimo.

Tudo tem seu tempo! E o seu tempo de plantar é todos os dias; é a cada minuto.
Semeie amor, distribua sementes de carinho e em breve você irá ter a maior colheita de felicidade que um ser humano pode ter.

Nada supera o amor, velhas mágoas desaparecem sob a ação do amor; inimigos se abraçam em nome do amor; parentes afastados se reencontram em nome do amor, e você será abençoado pelo amor que Deus derrama, todos os dias, sobre a sua cabeça em sinal de que Ele acredita em você, sempre!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A FONTE PARA O SUCESSO

É fato que vivemos dias confusos, e uma significativa parcela do evangelicalismo moderno está vivenciando uma crise doutrinaria e teológica. Num cenário em que tantas opiniões pessoais querem ter a primazia, é preciso reporta-se às Escrituras que sempre tem a palavra final em qualquer questão.

Um dos pressupostos da Hermenêutica Reformada é a crença na inspiração e autoridade das Escrituras. Paulo afirma que toda a Escritura é inspirada por Deus (II Timóteo 3:16,17). Toda a Escritura, portanto, é o sopro de Deus; é a própria vida e Palavra de Deus. Isto significa dizer que as Escrituras por serem divinamente inspiradas, não contém erros; sendo absolutamente inerrantes, verídicas em todas as suas afirmativas e, portanto, autoritativas quanto a todos os assuntos sobre os quais faz seguras afirmações. Esta verdade permanece inabalável em tudo o que ela diz sobre a salvação, valores éticos e da moral, bem como tudo aquilo que acontece na história e no mundo (Cf. II Pedro 1:20,21; note também a atitude do salmista para com as Escrituras no Salmo 119).

O sucesso de uma vida abençoada está em primar pela relevância e indispensabilidade da Palavra de Deus. Em dias confusos como os nossos, temos que nos volta para as escrituras e resgatar nossa confiança no seu ensino, a única que mediante o seu poder é capaz de transformar as vidas que não mais tem os valores éticos e morais como primordiais e necessários a uma vida com qualidade e agradável a Deus.