quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
APRENDENDO COM DEUS
terça-feira, 16 de outubro de 2012
ANTROPOMORFISMO E ANTROPOPATISMO
sexta-feira, 27 de julho de 2012
JESUS BREVE VIRÁ!
A promessa da vinda de Cristo, portanto, é uma promessa dirigida para a Igreja, considerando-se como “vinda de Cristo” o arrebatamento, a promessa que Jesus deixou dirigida aos Seus discípulos em meio a Suas últimas instruções, como se vê em Jo 14:1-3. O plano da salvação envolve a convivência eterna com o Senhor e, por isso, tem-se como necessária à vinda de Cristo para não só nos levar para junto dEle, mas também para premiar aqueles que nEle creram e que, por conseguinte, não merecem sofrer a ira divina que há de vir sobre a face da Terra.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
OUVINDO OS GEMIDOS
Assim como entendemos tão facilmente o significado desses gemidos, devemos também entender outro tipo de gemido: o gemido da alma à procura de redenção. Aparentemente esse outro tipo de gemido nem sempre se manifesta com dor e sofrimento visível, mas quase sempre se manifesta com aparência de prazer, de alegria, de violência, de rebeldia, de busca pela religiosidade.
Quando um jovem injeta drogas na veia, ou inala, ele está gemendo; quando uma pessoa se prostra diante de um ídolo e acredita que ele pode lhe ajudar, ela está gemendo; uma pessoa, mesmo sabendo que está servindo ao diabo no espiritismo em suas diversas formas, ela está gemendo; quando uma pessoa ingere continuamente álcool, criando uma falsa alegria, ela está gemendo; quando uma jovem entrega o seu corpo por prazer ou por dinheiro, ela está gemendo; quando uma pessoa rouba tornando-se um bandido, ela está gemendo; quando uma pessoa assassina outra, ela está gemendo; quando alguém diz que é incrédulo, está gemendo; quando a corrupção faz parte da cultura brasileira, ela está gemendo; quando órgãos públicos e empresariais da nossa nação são expostos à vergonha do roubo, da corrupção, da mentira, está emendo.
A cidade está cheia de gemidos de jovens, adolescentes, homens e mulheres, casais, políticos, empresários, religiosos, traficantes, ladrões, prostitutas, etc. Esses gemidos, em diversas formas de manifestações, são pedidos de socorro. É a expectativa de que alguém possa vir e ajudar, aliviar. E quem são as pessoas que podem fazer isso? Os filhos de Deus.
Qual a nossa resposta diante de tanto gemido? Podemos ficar parados diante de tanto caos, ou criticar, ficar com raiva, falar mal, desejar a morte das pessoas pecadoras ou ignorá-las, viver a nossa vidinha tranquila, não nos envolvermos. Mas essas não são as respostas que eles necessitam, que eles esperam. A resposta certa é a manifestação, a revelação dos filhos de Deus.
Quando nos envolvemos em trabalhos e alcançamos as pessoas em suas diversas necessidades, estamos nos manifestando. Quando nos importamos com o aumento da violência e saímos ao campo para ajudar diminuir, estamos nos manifestando. Quando nos importamos com as pessoas que sofrem catástrofes, que estão marginalizadas, estamos nos manifestando. Quando testemunhamos de Jesus para as pessoas aproveitando as oportunidades, estamos nos manifestando. Quando nos envolvemos ativamente em grupos de orações especificas pela libertação das pessoas, estamos nos manifestando. Quando nos envolvemos ativamente com os trabalhos da igreja que visam a evangelização, doando nosso tempo, trabalho, dinheiro, estamos nos manifestando como filhos de Deus.
Está na hora de afinarmos os nossos ouvidos para os diversos gemidos da nossa cidade, da nossa família, dos nossos parentes, dos nossos vizinhos, dos nossos amigos, dos nossos colegas de trabalho, de escola, da nossa rua, do nosso bairro, da nossa cidade, do nosso estado, da nossa nação, do nosso mundo, das nossas crianças, dos nossos adolescentes, dos nossos jovens, dos nossos velhos, dos nossos casais, da nossa polícia, dos nossos políticos, das nossas autoridades, etc.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
OS DEZ MANDAMENTOS
Jesus e os Dez Mandamentos
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
ATUAL NO ASSUNTO E NA SITUAÇÃO DA IGREJA CRISTÃ.
O autor não faz criticas ácidas à igreja ele faz criticas severas e verdadeiras. Mas, não só isto. Ele aponta soluções. Aponta os momentos de crise, o que causa a crise, e chama os responsáveis para buscarem soluções.
O autor termina o prefácio com as seguintes palavras: “Não espero que o leitor concorde com tudo que escrevi. Espero que ele incline a cabeça e pergunte: “Senhor, sou eu”?”. É ai que começa a verdadeira integridade.
O PRIMEIRO CAPITULO, É OPRÓBRIO
São apresentados algumas palavras que possa identificar a igreja, e ele refuta as palavras. Depois, parte por uma abordagem sobre o que aconteceu com a ética. Não apenas na igreja, mas no mundo. Daí parte para a realidade da igreja, e define que a melhor palavra para designar a situação da igreja é OPRÓBRIO.
O SEGUNDO CAPÍTULO: REGRESSÃO
Basicamente é o capitulo em que se compara a situação atual com uma situação que existiu no passado e que ao longo da história veio se degradando. Parte do tempo de Jesus, e o entendimento sobre o que é integridade. Por isto a palavra Regressão. Ou seja, vamos regredir o estudo e entender como é que era antes do que está agora.
TERCEIRO CAPÍTULO: REBELIÃO
Neste capítulo começa com a situação e algumas palavras do profeta Jeremias. È uma comparação com o que aconteceu no tempo em que Jeremias era profeta e Neemias também. As palavras continuam cortando a carne e expondo os problemas mais graves que a igreja cristã vem enfrentando ao longo dos séculos. A comparação entre as épocas se torna chocante a ponto de pensarmos, se não se trata da mesma história. Mas, não é! A corrupção do sacerdócio, da classe dos profetas e como a liderança usava a estrutura para dominar o povo antigo e atual.
Assim, o autor vai desenrolando o livro. Cada palavra um capítulo. Cada capítulo uma realidade da nossa sociedade em igreja. Não se espantem. O livro tem mais a intenção de ajudar do que atrapalhar a igreja. È tanto que o último capítulo é REAVIVAMENTO. A lista dos capítulos seguintes são estes:
- Revisão, Responsabilidade, Censura Reconstrução, Alívio, A Realidade, Riquezas, Recuperação Reavivamento.
Vale cada letra lida. Vale cada centavo investido. É claro que o livro já se tornou antigo pela data. Porém, é sempre atual no assunto e na situação da igreja cristã. Aconselho-te este precioso livro. Leia e compare.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
A REFORMA PROTESTANTE
Nos primórdios do cristianismo as igrejas eram independentes e administradas sob a supervisão de um Bispo em cada região metropolitana. Os bispos eram perseguidos, encarcerados, maltratados e agredidos.
Aqueles que haviam sido torturados, ostentavam grandes cicatrizes. Alguns estavam caolhos, aleijados e doentes. Apesar disso, não negaram a fé em Jesus e a Igreja prosperava a cada dia. Para ser cristão, nesse período, era necessário uma experiência pessoal e genuína com Cristo, do contrário, não seria possível suportar a perseguição.Ao perceber o avanço do cristianismo, o império aliou-se a nova religião. Em 313 d.C. o tetrarca ocidental Constantino I, o grande , e Licínio, o tetrarca Oriental, promulgaram o édito de Milão, também referenciado como: édito da Tolerância, declarando liberdade de culto aos cristãos e dando fim a perseguição religiosa.
CISÕES E CORRUPÇÕES NA IGREJA
Com a entrada do paganismo, os interesses particulares passaram a sobrepujar a doutrina cristã. A indicação para o papado era feita mediante suborno e muita corrupção; por exemplo, após a morte do papa Cônon (687 d. C), Pascoal subornou o arcebispo de Ravena, no intuito de também ser reconhecido como papa legítimo. Em Roma, tinham sido eleitos, nesse ínterim, Teodoro e também Sérgio I. como Pascoal não pagasse a quantia acertada a Ravena, o arcebispo de lá se decidiu em favor de Sérgio I. Teodoro submeteu-se a decisão e Pascoal foi parar no cárcere.
No inicio do segundo milênio da Era Cristã, tanto a igreja católica ocidental, liderada por Roma, como a ala oriental, liderada por Constantinopla, já haviam incorporado em suas práticas e liturgias vários pontos que seriam questionados pela Reforma. Assim, no ano de 1054, uma bula papal de excomunhão do Patriarca Oriental dói depositada no altar de Santa Sofia, em Constantinopla. Houve retaliação por parte do patriarca de Constantinopla e o Cisma estava configurado. A partir daí a história se divide e passamos a acompanhar muito mais a história da igreja romana, do que Ada igreja Grega Ortodoxa e de suas variações e ramos (Russa Ortodoxa, Marinitas, etc.).
Durante o Concílio de Constança, 3 papas estiveram lá, toda a manhã, amaldiçoando-se uns aos outros e chamando seus oponentes de anticristos, demônios, adúlteros, sodomitas, inimigos de Deus e dos homens. Um deste papas, João XXIII (1410-1415) foi acusado por 37 testemunhas (na maioria bispos e padres) de fornicação, adultério, incesto, sodomia, roubo e assassinato. Foi provado, por uma legião de testemunhas, que ele havia seduzido e violado mais de 300 freiras. Seu próprio secretário, Niem, disse que ele havia em Boulogne montado um harém, onde não menos de 200 meninas tinham sido vítimas de sua lubricidade. Um registro no Vaticano oferece esta informação: Sua santidade, o papa João XXIII, cometeu perversidade com a esposa do seu irmão, incesto com santas feiras, relações sexuais com virgens, adultério com as casadas, e todos os tipos de crimes sexuais totalmente devotado ao sono e outros desejos carnais, totalmente adversos á vida e ensino de Cristo, ele era chamado publicamente de o diabo encarnado.
Os cismas e as imoralidades, acima relatadas, fragilizaram, gravemente a autoridade pontifica, acendendo duras críticas à igreja. Deste modo, começaram a surgir movimentos reformistas que pregavam uma vida cristã mais coerente com o Evangelho. Destes movimentos podem-se destacar: os valdenses, no século XII, conhecidos como os pobres de Lyon ou os pobres de Cristo – que questionaram a autoridade eclesiástica, o purgatório e as indulgências. Os cátaros ou albigenses – que defenderam nos séculos XII e XIII um ascetismo exacerbado e os Petrobrussianos – que rejeitavam a missa e defendiam o casamento dos padres.
PRINCIPAIS PRECURSORES DA REFORMAJohn Wycliff - Um dos grandes precursores da Reforma foi John Wycliff. Nascido na cidade de Yorkshire, Inglaterra, em 1329. foi professor da Universidade de Oxford, teólogo e reformador religioso inglês, considerado precursor das reformas religiosas que sacudiram a Europa nos séculos XV e XVI, Wycliff queria reformar a Igreja Romana através da eliminação dos clérigos imorais e pelo despojamento de sua propriedade que, segundo ele, era a fonte da corrupção.
Jerônimo Savonarola - A vida do monge italiano Jerônimo Savonarola nascido no dia 21 de setembro (1452-1498), um dos precursores da Reforma do século XVI, abrangeu vários campos da atividade humana na cidade italiana de Florença. Em seus sermões atacou violentamente os crimes de Roma e pregava como um dos profetas hebreus. Savonarola terminou preso por ordem papal e foi condenado à morte. Em 25 de maio de 1498, foi enforcado e queimado na grande praça de Florença, aos 46 anos de idade, dezenove anos antes das 95 Teses de Lutero.
Vários outros clérigos passaram a difundir as idéias de Wycliff E Huss. Entretando, em virtude de nosso pouco espaço, apresento para este trabalho apenas esses três.
No início do século XVI, a decadência moral do catolicismo romano era assustadora. Alexandre VI (1492-1503) ganhou sua eleição para o papado subordinando cardeais. Muitos o consideram mais corrupto dos papas da Renascença. Ele viveu em incesto público com suas duas irmãs e com a própria filha, Lucrecia, de quem se diz que teve um filho. Em 31 de outubro de 1501, promoveu uma orgia de sexo no Vaticano, que não teve igual em terrível horror nos anais da história humana.
FISCHER-WOLLPERT, Rudolf. Léxico de Papas. Petrópolis: Editora Vozes, 1991. p. 44.
MARK A. Knoll. Momentos Decisivos na História do Cristianismo. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 1998
WOODROW, Ralph. Babilônia: a Religião dos Mistérios, Cap. 9, p. 70-71, Cap.12, p.101-102.
HUGHES, Philip. História da Igreja Católica. Asão Paulo: Dominus Editora S.A, 1962.
ALMEIDA, João Ferreira. Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. CPAD, 1995.